Imunoglobulina Intravenosa (Humana)
Pasteurizada
Formas Farmacêuticas a Apresentações
Embalagens de frascos individuais.
A Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P é apresentada em frascos de dose única, com diluente e com um dispositivo estéril de transferência para a reconstituição. As seguintes
formas de dosagem estão disponíveis:
Póliófilo para preparo de solução injetável
frasco com 1,0 g + diluente (20 ml)
frasco com 2,5 9 + diluente (50 ml)
frasco com 5,0 g + diluente (100ml)
frasco com 10,0 9 + diluente (200 ml)
Uso Adulto e Pediátrico
Informação Técnica
Descrição - A Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P é uma prepa-ração liofilizada, estéril de imunoglobulina intacta e não modificada, primariamente IgG, estabilizada com Albumina (humana) e sacarose. A distribuição de subclasses de IgG é similar àquela presente no plasma humano normal. Ela é preparada pelo fracionamento por álcool a frio de um “pool” de plasma e não é quimicamente alterada ou enzimaticamente degradada. Quando reconstituída com o volume apropriado de Água Estéril para injeção USP, a ARMOGLOBULINA-P contém 5% de IgG, 3% de Albumina (Humana), 5% de sacarose e 0,5% de cloreto de sódio. O pH da solução foi ajusta-do para 6,8 ± 0,4 com ácido cítrico e/ou carbonato de sódio. A ARMOGLOBULINA-P não contém conservante. Este produto está indicado para administração intravenosa. O procedimento de trata-mento por calor na fabricação da Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, pasteurização a 60°C, por 10 horas, em forma de solução aquosa com estabilizantes, tem sido vali-dada numa série de experimentos in vitro, por sua capacidade de inativar o Vírus da Imunodeficiên-cia Humana (HIV) e os seguintes modelos virais: Sindbis, Estomatite Vesicular (VSV), Vírus da Diar-réia Viral Bovina (BVD), Vaccinia, Pseudo-raiva e Encefalomiocardite Murina (EMC), um modelo viral com revestimento não-lipídico. O HIV foi reduzido em 6,0 e 5,4 log10 a um nível indetectável após 30 minutos de calor em dois experimentos independentes. Para cada um dos modelos virais estudados, também foram conduzidos dois experimentos independentes, com os seguintes resulta-dos: o Sindbis foi reduzido em 7,5 e 7,9 log10 para um nível indetectável, após duas horas de calor, o VSV foi reduzido em 6,8 e 7,2 log10 a um nível indetectável, após 30 minutos de calor; o BVD, um modelo para o vírus da hepatite C, foi reduzido em 6,4 e 6,5 log10 para um nível indetectável após quatro horas de calor. A Vaccinia foi reduzida em 5,6 e 5,6 log10 para um nível indetectável após duas horas de calor. A Pseudo-raiva foi reduzida em 4,9 e 3,6 log10 para um nível indetectável, após seis horas de calor e o EMC, um modelo virar com revestimento não-lipídico, foi reduzido em 4,5 e 4,6 log10, após dez horas de calor.
A capacidade da redução viral dos procedimentos de purificação usados na fabricação da Imunoglo-bulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P exceto o tratamento térmico, também foi estu-dada numa série de experimentos in vitro, usando HIV e o modelo viral do EMC, um modelo viral com revestimento não-lipídico. O EMC foi reduzido em 4,9 log10 e 3,4 log10 em duas etapas inde-pendentes de purificação que são conduzidas antes e depois do tratamento por calor, respectiva-mente. O HIV foi reduzido em, pelo menos, 6,7 log10 nas etapas de processamento empregadas para isolar a Fração II de Cohn do “pool” de plasmas, durante a purificação inicial da ARMOGLOBU-LINA-P. A capacidade de redução viral total para o HIV e o EMC, atribuível ao procedimento de fa-bricação da ARMOGLOBULINA-P, incluindo tanto os protocolos de tratamento térmico como as eta-pas de fracionamento estudadas, é, portanto, > 12,1 log10 para o HIV e > 12,8 log10 para o EMC.
Farmacologia Clínica - A meia-vida da Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMO-GLOBULINA-P foi avaliada num estudo clínico duplo-cego no qual foi comparada à Armoglobulina I.V.. A meia-vida média da ARMOGLOBULINA-P em nove pacientes foi determinada como sendo de aproximadamente 40 dias, e não foi estatisticamente diferente da meia-vida média de 34 dias encontrada para a Armoglobulina I.V. em sete pacientes: entretanto, a meia-vida da IgG pode variar consideravelmente de paciente para paciente (1).
A Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P é uma IgG nativa e não quimica-mente modificada de um “pool” de doadores de plasma humano. A distribuição das subclasses de IgG (IgG1, IgG2, lgG3, IgG4) é similar àquela apresentada na Fração II de Cohn. Uma vez que o concentrado de IgG é preparado de um grande “pool” de, pelo menos, 1000 doadores, representa a diversidade esperada de anticorpos naquela população. Num estudo da versão não-aquecida deste produto, a Armoglobulina I.V., descobriu-se que a Armoglobulina I.V. proporcionava um amplo es-pectro de anticorpos, capazes de opsonização e neutralização de micróbios e toxinas contra antíge-nos bacterianos e virais para a prevenção ou atenuação de doenças infecciosas (2). No teste, in vi-tro, a ARMOGLOBULINA-P mostrou proporcionar níveis equivalentes de uma ampla faixa de anti-corpos quando comparado com a Armoglobulina I.V. (1). Albumina (Humana) e sacarose são adicio-nadas à formulação para proporcionar uma estabilização adequada das moléculas de IgG e do pro-duto reconstituído. Uma vez que a sacarose, quando administrada intravenosamente, é excretada sem modificações pela urina, a Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, pode ser administrada a diabéticos sem alterações compensatórias no regime de dosagem de insulina.(3)
Indicações e Usos - ARMOGLOBULINA-P está indicada a pacientes com defeito primário na síntese de anticorpos, tais como a agamaglobulinemia ou a hipogamaglobulinemia, que estejam com risco aumentado de infecções. Quando altos níveis ou uma elevação rápida da gamaglobulina circulante são desejados, a administração intravenosa é mais desejável do que a intramuscular.
Contra-indicações - ARMOGLOBULINA-P está contra-indicada a indivíduos com uma história de anafilaxia ou resposta sistêmica grave à imunoglobulina intramuscular ou intravenosa, ou a indivíduos com uma história de reações alérgicas à albumina humana.
A Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, não deve ser administrada a pes-soas com deficiência isolada de imunoglobulina A (IgA). Tais pessoas têm um potencial para o des-envolvimento de anticorpos contra IgA e podem ter reações anafiláticas à administração subse-qüente de produtos sangüíneos que contenham IgA.(4)
Precauções
GERAIS - A epinefrina deve estar disponível para o tratamento de reações alérgicas agudas. Veja na seção
Modo de Usar, as informações sobre a compatibilidade do produto.
GRAVIDEZ - Estudos de reprodução animal não foram realizados com a Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P. Também não se sabe se a Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, pode causar dano fetal quando administrada a uma mulher grávida ou pode afetar a capacidade de reprodução. ARMOGLOBULINA-P deve ser administrada à mulher grávida somente se claramente necessário.
SÍNDROME DA MENINGITE ASSÉPTICA - Síndrome de meningite asséptica (AMS) tem sido rela-tada infreqüentemente em associação com o tratamento com Imunoglobulina Intravenosa (Humana) (IGIV). A síndrome geralmente começa dentro de várias horas a dois dias após o tratamento. É ca-racterizada por sintomas e sinais que incluem cefaléia intensa, rigidez da nuca, tontura, febre, foto-fobia, movimentos oculares dolorosos, além de náusea e vômito. Estudos do líquor são freqüente-mente positivos com pleocitose de até vários milhares de células por milímetro cúbico, predomi-nantemente da série granulocítica, e níveis elevados de proteína até várias centenas de mg/dl. Os pacientes apresentando tais sintomas e sinais devem receber um exame neurológico completo, in-cluindo estudos do líquor, para afastar outras causas de meningite. A AMS pode ocorrer mais fre-qüentemente em associação com altas doses (2 g/kg) de tratamento com IGIV. A descontinuação do tratamento com IGIV resulta na remissão do AMS dentro de alguns dias, sem seqüelas. (5-8)
INSUFICIÉNCIA RENAL AGUDA - recentemente, tem havido vários relatos na literatura de pacien-tes que apresentaram insuficiência renal aguda após a administração de Imunoglobulina Intravenosa (Humana), particularmente em pacientes com função renal comprometida. (9)
Advertências - Na ocorrência de reações anafilactóides graves ou anafiláticas, suspender a infusão imediatamente. A epinefrina deve estar disponível para o tratamento de quaisquer reações anafilactóides agudas.
Os pacientes com agamaglobulinemia ou hipogamaglobulinemia extrema, que nunca receberam terapia de substituição com imunoglobulina anteriormente, ou que não receberam terapia com imunoglobulina dentro de 5 semanas anteriores podem correr o risco do desenvolvimento de rea-ções inflamatórias com a infusão de imunoglobulinas humanas. Essas reações são manifestadas por aumento de temperatura, calafrios, náuseas e vômitos e parecem estar relacionadas à taxa de infu-são.
As taxas de infusão e o estado clínico do paciente devem ser monitorados, de perto, durante a infu-são (Veja
Cuidados na Administração, em Modo de Usar).
Interações Medicamentosas - Tem sido relatado que os anticorpos das preparações de imunoglobulinas podem interferir com a resposta de pacientes pediátricos à vacinação com vacinas de vírus vivos, tais como o sarampo, a caxumba e a rubéola.
Os médicos responsáveis pela imunização devem ser informados sobre terapias recentes com Imunoglobulina Intravenosa (Humana) para que possam tomar precauções adequadas.
Reações Adversas - Reações em potencial para todos os produtos de Imunoglobulina In-travenosa (Humana) são freqüentemente relacionadas à taxa de infusão e podem incluir: náusea, vômitos, cólicas abdominais, calafrios, pirexia, sensação de compressão torácica, palpitações, taqui-cardia, alterações da pressão sangüínea, edema, rubor, diaforese, insuficiência renal aguda, erup-ções, eritema, prurido, cianose, tontura, cefaléia, dor nas costas ou outras dores no corpo, ansieda-de, sibilos (e outros eventos respiratórios), mialgia, tremor, fadiga, mal estar e artralgia, geralmente começando dentro de uma hora a partir do inicio da infusão.
Um estudo duplo-cego comparando Armoglobulina I.V. e ARMOGLOBULINA-P como terapia de re-posição foi conduzido em 19 pacientes (108 infusões) com defeito primário na síntese de anticorpos, tais como a hipogamaglobulinemia comum variável ou ligada ao cromossomo X. Os tipos de infusão relacionados com reações adversas eram similares em freqüência e natureza. Para os dez pacientes que receberam apenas ARMOGLOBULINA-P (56 infusões) todas as reações adversas relacionadas à infusão foram caracterizadas como leves e de curta duração. Essas reações incluíram as seguin-tes modalidades mais freqüentes: calafrios 8,9% (5/56), cefaléia 5,4% (3/56) e dor na nuca/pescoço 3,6% (2/56). A incidência geral de infusões associadas com uma reação adversa foi de 16% (9/56 das infusões) para a ARMOGLOBULINA-P, a qual se comparou favoravelmente em relação à inci-dência geral de infusões associadas com uma reação adversa para a Armoglobulina I.V. (25%; 13/52 infusões).(1)
Reações anafiláticas podem ocorrer em pacientes com uma história de reação alérgica sistêmica anterior, ou convulsões após a administração de preparações com imunoglobulina humana. Muito raramente, uma reação anafilactóide pode ocorrer em pacientes sem história prévia de reações alérgicas graves a preparações com imunoglobulina humana. Pacientes previamente sensibilizados a certos antígenos, mais comumente ao IgA, podem estar em risco de imediatas reações anafilac-tóides e de hipersensibilidade.(4)
A epinefrina deve estar disponível para o tratamento de qualquer reação anafilactóide aguda.(Veja
Advertências e Contra-indicações).
As taxas de infusão e o estado clínico devem ser monitorados de perto durante a infusão. Na ocor-rência de uma reação adversa, a taxa de infusão deve ser reduzida ou a infusão deve ser suspensa até que os sintomas desapareçam.
Modo de Usar
Cuidados na administração - ATENÇÃO: Ao perfurar a tampa do produto com equipo para administração intravenosa, observar atentamente o caminho realizado pela agulha plástica do dispositivo de transferência. (Veja
Reconstituição).
A Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P deve ser administrada por infusão intravenosa. A infusão deve começar a uma taxa de 0,01 ml/kg/min, aumentando para 0.02 ml/kg/min após 15 a 30 minutos. A maioria dos pacientes tolera um aumento gradual para 0,03 - 0.05 ml/kg/min. Para a pessoa média de 70 kg isto é equivalente a 2-4 ml/min. Caso apareçam rea-ções adversas, a diminuição da taxa de infusão pode evitar a reação. Descarte qualquer solução não utilizada.
Produtos para administração parenteral devem ser visualmente inspecionados quanto à matérias particuladas e descoloração antes da administração, sempre que a solução e o frasco assim o per-mitirem.
Reconstituição - As instruções devem ser seguidas rigorosamente.
ATENÇÃO: O dispositivo ventilado de transferência, com duas extremidades, incluído nesta emba-lagem, é constituído por uma ponta plástica (identificado pelo protetor transparente e por ter dois orifícios) e uma agulha plástica (identificada pelo protetor verde e tendo um único orifício). A ponta plástica deve ser inserida no frasco de diluente e a agulha plástica no frasco do produto, conforme mostrado abaixo. Ver diagrama abaixo.
- Os frascos de diluente e do produto liofilizado devem ser trazidos à temperatura ambiente an-tes da reconstituição.
- Remover as tampas plásticas protetoras de ambos os frascos.
- Desinfetar as rolhas de borracha com solução anti-séptica e deixar secar.
- Remover o protetor transparente da ponta plástica (com dois orifícios). Inserir a ponta plástica do dispositivo de transferência primeiramente no frasco de diluente, em posição vertical.
- Remover o protetor verde da agulha plástica (com orifício único). Inverter a posição do frasco do diluente com o dispositivo de transferência afixado e inserir a agulha plástica, verticalmente, no frasco do produto.
- O vácuo no frasco do produto facilitará a passagem do diluente para o frasco do produto. Tão logo todo o diluente tenha sido transferido o dispositivo de transferência, automaticamente, ad-mitirá o ar filtrado ao frasco do produto. Uma ventilação adicional no frasco do produto, após a adição do diluente, não é necessário. Retire e descarte o dispositivo de transferência.
- Não agite o frasco do produto. A solubilização deve ser feita através de um movimento de rota-ção suave e contínuo na posição vertical. Evitar a formação de espuma.
NOTA: Se a parte sólida estiver muito quebrada antes da adição do diluente, deixe o frasco do produto descansar por 2 - 3 minutos após a adição do diluente, antes de misturar o produto com movimentos suaves.
- Examinar a solução. Quaisquer pequenas partículas se dissolverão com a movimentação sua-ve do frasco. A solução deve estar clara e pronta para ser administrada em menos de 20
mi-nutos.
- O produto não contém conservantes. Usar dentro de 3 horas após a reconstituição.
NOTA: Caso várias doses de Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, precisem ser misturadas assepticamente para a administração, evitar a formação excessiva de espuma e movimentar suavemente o frasco de mistura.
NÃO AGITAR.
COMPATIBILIDADE DO PRODUTO - Recomenda-se que a Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P seja administrada por uma linha de infusão separada, sem a mistu-ra com outras drogas ou medicamentos, os quais o paciente possa estar recebendo. Entretanto, com base em estudos de compatibilidade, a ARMOGLOBULINA-P pode ser infundida seqüencialmente numa linha intravenosa primária contendo uma solução de cloreto de sódio a 0,9% ou de glicose a 5% ou lavada com solução de cloreto de sódio a 0,9% ou solução de glicose a 5%. Não misturar produtos de Imunoglobulina Intravenosa (Humana) de diferentes formulações. Se várias doses de Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P são necessárias, vários frascos re-constituídos de formulação e diluentes idênticos podem ser misturados, utilizando-se técnica assép-tica apropriada. Conforme descrito no capitulo de
Reconstituição, não agite os frascos nem cause formação excessiva de espuma. Faça movimentos suaves para misturar. A filtração é aceitável mas não necessária; tamanhos de poros maiores ou iguais a 15 micra dificilmente afetarão a taxa de infusão.
Posologia - As doses usuais de Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P são definidas em relação à restauração dos níveis circulantes de IgG do paciente imunodeficiente até limites próximos do normal. O uso de 200-400 mg/kg de peso corpó-reo, a cada três ou quatro semanas é recomendado, embora alguns pacientes possam necessitar de 600 mg/kg a cada três ou quatro semanas. Uma dose inicial de ataque de, pelo menos, 200 mg/kg a intervalos mais freqüentes, precedendo à dosagem de 200-600 mg/kg a cada três semanas, uma vez que os níveis plasmáticos terapêuticos tenham sido atingidos. pode ser usada. Entretanto, o tratamento precisa ser individualizado para cada paciente, devido a variações entre pacientes na taxa de catabolização da IgG.
Armazenagem - Quando armazenada a temperaturas ambientes não superiores a 25 °C, a Imunoglobulina Intravenosa (Humana), ARMOGLOBULINA-P, é estável para o período indicado pela data de validade em sua etiqueta. Evitar congelamento que pode danificar o frasco do diluente.
Referências
- Data on file: Centeon LLC
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- Tan E, et al. Acute Renal Failure Resulting from lntravenous lmmunoglobulin Therapy. Arch Neurol. 1993: 50(2): 137-139.
Bibliografia
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“TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS”.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
USO RESTRITO A HOSPITAIS
Não utilizar se a solução estiver turva ou apresentar depósito. Após a violação do frasco-ampola, o produto deve ser utilizado imediatamente. Não agitar.
Nº do lote, data de fabricação e prazo de validade: Vide cartucho.
Registro MS nº 1.0151.0089
Farm. Bioq. Resp.: Bernardo A. Herbert - CRF-SP nº 16.237
Fabricado por:
Centeon LLC
Kankakee - Illinois - USA
Distribuído por:
Centeon Farmacêutica Ltda.
Av. Corifeu de Azevedo Marques, 271/277
São Paulo, SP
CGC 62.969.589/0002-79